sábado, 31 de janeiro de 2009

Idéias para restaurantes



O Webinsider publicou um texto bem interessante voltado aos donos de restaurantes e designers de cardápios. Escrito pelo especialista em marketing e criatividade em restaurantes Rafael Mantesso, traz dicas preciosas sobre como criar uma cardápio vendedor. Vale a pena.




Comendo com os olhos: como montar um cardápio

Alguma coisa podemos aprender com os cardápios de restaurantes: eles fazem parte da "experiência" dos sentidos para proporcionar prazer. E seguem alguns truques para nos fazer gostar mais... e gastar mais também.

Por Rafael Mantesso

Experiências sensoriais desencadeiam no cérebro respostas rápidas. A visão de um suculento hamburger no anúncio na televisão ou o cheiro de um doce de chocolate despertam a vontade de experimentar. Estes são dois exemplos de como podemos explorar a psicologia sensorial para influenciar as decisões de compra do consumidor em um restaurante.

Além de impactar o cliente pelos aromas e sabores, uma boa casa deve impactar também pelo visual, que vai da decoração ao mais importante - o cardápio!

Layout
O design é crucial. A melhor opção é por um layout simples e com fontes clean. Só coloque fotos se elas forem mais bonitas que o prato em si, fotos do estilo McDonald’s. Se a foto for amadora, o efeito é contrário, a comida fica com aspecto asqueroso, não dá fome, dá enjôo.

Um cardápio de página dupla é sempre a melhor opção para levar o cliente aos melhores pratos. A leitura num cardápio de página simples é vertical, mais fácil de comparar preços.



Porém a leitura num cardápio de página dupla é mais complexa e nos obriga a olhar para vários lugares. Com isso podemos colocar os produtos mais rentáveis nas melhores partes. Como o canto superior direito.

Disfarce os preços
O que restaurantes, pelo menos a maioria, fazem com o cardápio: colocam todos os preços alinhados à direita, um abaixo do outro. Se todos eles estão assim eu posso facilmente comparar e certamente escolherei os mais baratos. É melhor ter os preços e cifrões colocados discretamente no final da descrição de cada produto.

Faça o cliente folhear
Um cardápio deve ser como um supermercado. Os itens mais pedidos, mais comuns, como hamburgers, sanduíches e fritas, devem estar escondidos no cardápio. Não devem ter acesso fácil. No supermercado os itens que compramos com frequência, como leite, carnes, arroz e feijão, sempre ficam nos fundos; nós temos que comprá-los mesmo, então tanto faz o lugar onde estiverem, nós vamos até lá.

Como estão no fundo, o supermercado nos obriga a passar por vários outros produtos mais caros e que podemos comprar por impulso. Escondendo os itens comuns no cardápio, o cliente é obrigado a ver outros produtos, o que aumenta a sua chance de gastar mais e não optar pelo de sempre.

O nome do prato
O nome do prato é a parte mais importante para vendê-lo a quem não o conhece. Um cliente não será incentivado a experimentar um prato novo por causa do preço. O nome precisa ser criativo, criar interesse, despertar a curiosidade.

Um amigo renomeou todos os itens do seu cardápio com nomes nada convencionais, deixando qualquer um curioso com qualquer prato. Por exemplo, o torresminho com mandioca virou “tadinho do Chiquinho”, a carne de sereno virou “não sou carne de sol” e assim por diante. Os adjetivos também não devem ser poupados, eles são tão importantes quanto o próprio nome.

O que você acha melhor? Ovos mexidos ou ovos mexidos com manteiga fresca? Pense em sabores e gostos, palavras como crocante e picante dão ao cliente uma melhor idéia do que está por vir. Longas descrições devem ser reservadas para os pratos mais rentáveis.

Lembre-se:

- Um cardápio não é um amontoado de letras, não é anúncio publicitário. Dê destaque ao que precisa ter destaque.
- Vermelho e amarelo são cores que evocam a fome. Usadas na forma correta dão vida ao cardápio; usadas demais, cansam qualquer um.
- Os pratos que possuem mais atributos (nome diferente, adjetivos, descrição…) vendem mais que “nomes sozinhos” no cardápio.
- Nosso olhar é preguiçoso, ele é atraído por qualquer coisa diferente. Seja o negrito de uma letra ou uma caixa em volta do texto. É fácil levar o olhar do cliente para onde interessa sem agredir o layout.
- O canto superior direito deve ser sempre reservado para o prato mais lucrativo.
- Tenha versões diferentes do mesmo cardápio para atender necessidades diferentes. Se recebe muitos turistas, tenha ele em outros idiomas, se recebe pessoas idosas, tenha um com fontes maiores.
- Com certeza um cardápio não faz milagre. Ele faz parte da “experiência”, que é aquilo que motiva alguém a indicar um restaurante para um amigo. O atendimento dos garçons, o ambiente, a música, a decoração, as pessoas, os pratos, o cardápio… tudo deve estar alinhado para proporcionar ao cliente a melhor experiência possível. Só assim ele voltará a comer ali novamente!

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Usando o Database Marketing para focar nos seus clientes

Independentemente do tamanho da empresa e da área de atuação, todos os esforços de marketing hoje em dia possuem um único foco, o cliente. Conhecer o consumidor e oferecer produtos e serviços que satisfaçam suas necessidades é essencial para o sucesso de qualquer negócio. A Gestão de Relacionamento com o Cliente (CRM) nunca foi tão importante, já que agora a comunicação com o público alvo tende a ser cada vez mais pessoal e menos generalizada.

Com isso, o marketing direto vem crescendo, tendo atingido investimentos de mais de R$ 1 bilhão no Brasil e US$ 120 bilhões nos EUA. Mas, para que os esforços em marketing direto sejam bem sucedidos é fundamental ter um bom banco de dados (ou database marketing) e saber usá-lo.

O database marketing nada mais é do que um banco de dados onde devem ser armazenadas todas as informações sobre um cliente que possam vir a ser utilizadas para identificar tendências, riscos e oportunidades. Nele devem constar desde informações básicas como endereço, telefone, e-mail, até dados mais complexos de hábitos de consumo, regularidade das compras, quantidade adquirida, média de gastos, entre outros. Esses conhecimentos são fundamentais para que se possa traçar um perfil do consumidor, direcionar a comunicação e criar ofertas personalizadas.

Com o avanço das ferramentas e soluções de BI (business intelligence), o database marketing tornou-se uma arma importante nos departamentos de marketing. Através de Data Marts (bancos de dados com informações específicas de cada setor da empresa), é possível planejar ações de marketing direto como e-mail marketing e malas diretas que resultem num retorno muito maior do que uma propaganda numa mídia tradicional. É um investimento seguro que cria um canal de comunicação onde a empresa é capaz de conhecer melhor seus clientes e oferecer produtos e serviços da maneira e no momento que eles preferem.

*Para mais informações sobre marketing direto, visite o site da ABEMD (Associação Brasileira de Markeitng Direto) - http://www.abemd.org.br/

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Brainstorming. Que palavrinha esquisita! Isso funciona?

A área de marketing adora dar nomes estranhos para coisas simples e extremamente funcionais. O brainstorming é uma delas.

Em português significa TEMPESTADE DE IDÉIAS e é uma técnica muito útil para fazer aflorar idéias inovadoras e de resultado.

É uma técnica de custo zero, que pode ser realizada no próprio ambiente de trabalho e usada em qualquer grupo de trabalho e nas mais diferentes situações: identificação de riscos, criação de novos produtos, resolução de problemas, planejamento estratégico, desenvolvimento de campanhas publicitárias, melhoria no atendimento a clientes, campanhas de vendas, etc.

Vamos fazer?

1º passo:

- Estabeleça um problema ou assunto a ser tratado

- Selecione um grupo

- Defina as regras básicas: ausência de críticas, criatividade e aperfeiçoamento das idéias

- Escreva um assunto em um quadro visível para todos

- Estimule as idéias dos participantes (conte um caso, faça o pessoal relaxar...)

É muito importante para o resultado que não haja críticas no brainstorming. Por ser uma técnica de criatividade, uma crítica ou uma simples brincadeira sobre uma idéia pode inibir um participante e expor sua sugestão.

Um antigo professor meu da Fundação Dom Cabral tem uma técnica interessante para evitar o constrangimento em caso de críticas ou brincadeiras: ao invés das pessoas exporem suas idéias em voz alta, ele distribuiu pequenos papéis (post-it) e cada um coloca a sua idéia ali, na medida em que as idéias vão sendo entregues ele as cola no quadro.


2º Passo

- todos discutem juntos cada uma das idéias

Não tenha medo da idéia ridícula, ela serve de trampolim para a verdadeira inovação.

- após o término, o líder deve separar as invenções das decisões

Nessa hora, cuidado! Seja crítico na medida certa para não censurar uma possível inovação.

- as idéias promissoras devem ser aperfeiçoadas e em seguida aplicadas.

Dica: se for possível deslocar o pessoal para um ambiente fora do local de trabalho é recomendável, o ambiente informal “destrava” as mentes e faz as pessoas pensarem fora do quadrado.

Colaboração: www.liderancaonline.com.br

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

A Fábula do Vendedor de Cachorro-Quente

Recebi um texto bem interessante por e-mail e compartilho com vocês aqui no Marketing Descomplicado:

Era uma vez um homem que vivia na beira de uma estrada, vendendo cachorro-quente. Ele não tinha rádio, TV e nem lia jornais. Se preocupava em produzir e vender bons cachorros-quentes.

Ele também sabia divulgar como ninguém seu produto: colocava cartazes pela estrada, oferecia em voz alta e o povo comprava.

Usava o melhor pão e a melhor salsicha. O negócio, como não podia ser diferente, prosperava. Tanto que ele conseguiu mandar seu filho estudar na melhor faculdade do país.

Um dia, seu filho já formado voltou pra casa. E falou ao pai:

- Pai, você não ouve rádio, não vê TV, não lê jornais? A situação é crítica. O país vai quebrar.

Depois de ouvir isso, o homem pensou: “Meu filho estudou fora, lê jornais, vê TV. Deve estar com a razão.”

E, com medo, procurou um fornecedor mais barato para o pão e as salsichas. Para economizar, parou de fazer seus cartazes de propaganda. Abatido pela notícia, já não oferecia o seu produto em voz alta.

As vendas, é claro, despencaram até o negócio quebrar.

Então o pai, muito triste, falou para o filho:

- Você estava certo, filho, estamos no pior momento de todos os tempos.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Oportunidade para os pequenos se tornarem grandes

Em um passado não tão distante, a comunicação de massa era para poucos. A atenção do consumidor não era afetada com a quantidade de marcas, produtos e até mídias que surgiam (quase que diariamente) no mercado. 

Nem todas as empresas tinham espaço (e grana) para anunciar no horário nobre da TV ou então publicar um anúncio de meia página no maior jornal do país. Um vídeo bastante interessante, criado pela agência alemã Scholz & Friends mostra essa evolução. Vejam:



Com o passar do tempo (diga-se de passagem, nem tanto tempo assim) e a consolidação da internet como uma das principais ferramentas de comunicação, uma nova oportunidade se abriu para aqueles que, até então, nunca tiveram a chance de intensificar suas estratégias de divulgação de uma maneira "massificada".

Desculpem os mais céticos, mas hoje entendo que a internet ganhou tanta relevância na formação de opinião sobre uma empresa, produto ou serviço quanto a TV (o jornal já foi deixado para trás, como mostra esse relatório do Pew Research Center).

Baixa exposição na web é a mesma coisa que ter nas mãos a oportunidade de consolidar positivamente a sua imagem no universo digital. Saber aproveitar o conteúdo gerado pelos participantes da comunidade criada (espontâneamente) para a sua empresa e reverter em ações de relacionamento pode ser um ponto de partida.

O retorno sobre investimento é garantido quando o tiro é certeiro. Assim é na internet e em todos os canais que envolvam o universo digital. Você trabalha em um nicho específico e fala diretamente com o seu consumidor. 

Afinal de contas, o boca-a-boca gerado por esses internautas será fundamental lá na frente, quando a sua marca ganhar visibilidade em um universo que o seu público alvo será a principal fonte de informação para a tomada de decisão de atuais e novos clientes.

Vitor Pavarini :: vitor.pavarini@gmail.com :: twitter /vitinhoww

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Um jeito simples de marcar sua consulta médica

O ZocDoc é um site gratuito que permite marcar consultas médicas e odontológicas em tempo real pela internet, 24 horas ao dia, na cidade de Nova York. Além disso, oferece consultas a preços promocionais, nos horários de menor movimento, como esforço para trabalhar a sazonalidade característica deste segmento.

Os usuários buscam pelo tipo de consulta que precisam e o site apresenta o perfil de cada especialista e os horários disponíveis. Para isso, basta que os médicos e dentistas se filiem e utilizem o sistema da empresa para agendar as consultas. Além do histórico de cada profissional, os usuários podem avaliar e escrever depoimentos a respeito dos doutores, o que garante a confiabilidade do serviço e dá a chance aos médicos e dentistas de trabalharem o seu buzz marketing. O sistema também permite filtrar os resultados por localização e por planos de saúde aceitos.

Entre os que investem no projeto está o fundador do Amazon.com Jeff Bezos, que é um sujeito comprovadamente visionário. Prova de que é uma excelente idéia, com potencial para ser colocada em prática em qualquer lugar do mundo.

Como gerar receita?
Existem diversas maneiras. Entre elas: taxa de filiação e mensalidade para médicos e dentistas, comissionamento nas consultas marcadas, venda de publicidade para produtos e serviços relacionados, ou até mesmo uso das informações valiosas geradas pelo consumidor como oportunidade.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

A importância de um bom cartão no mundo profissional

Manter bons contatos é importante em qualquer profissão. Através do networking (rede de relacionamentos) conseguem-se negócios, contratos e até contratações. Neste intuito, é comum ver pessoas preocupadas com milhões de detalhes e esquecendo o básico: o cartão de visita ou cartão de apresentação.

Um bom cartão, além de ajudar a ser lembrado, pode ser o primeiro passo para puxar um assunto, conhecer uma pessoa, mostrar interesses profissionais, apresentar seu trabalho, entre outras coisas. Ele é a chave para conquistar e manter bons contatos. Seguem aqui algumas dicas sobre como utilizar e como devem ser os cartões (lembrando que um cartão profissional deve ser impresso numa gráfica e de preferência ser criado por um profissional de comunicação):

Adequação: O cartão deve estar adequado ao tipo de profissional. Se a profissão exigir uma aparência mais séria, o cartão deve ser formal, se for uma profissão descontraída, pode ser mais criativo. Escolha cores e fontes que tenham a ver com a profissão e com a empresa.

Cores:

Vermelho: entusiasmo, disposição;
Amarelo: Alegria, inteligência;
Verde: Segurança, confiança, consciência, compreensão;
Azul: Tranqüilidade, habilidade;
Preto: Seriedade, autoridade;
Branco: simplicidade, sabedoria.

Fontes: As decorativas são mais utilizadas em nomes e títulos. Para o resto, use fontes sem serifa, que destacam bem as palavras.

Formato: Existe o padrão ISO 7810 que determina as dimensões apropriadas. Para ter certeza de que o cartão vai caber em qualquer carteira ou porta-cartões, siga estas normas. (ID-1 = 85.60 × 53.98 mm; ID-2 = 105 × 74 mm; ID-3 = 125 × 88 mm)

Conteúdo: O objetivo do cartão é dizer quem você é, o que faz e como pode ser encontrado. As informações (telefone, e-mail, etc.) precisam estar atualizadas.

Devem constar, no mínimo, o slogan ou uma breve descrição da empresa e o cargo ocupado pelo dono do cartão. Informações mais importantes precisam estar na mesma face, texto e imagens alinhados. Espaços em branco podem ser usados para escrever o contexto da conversa na hora de entregá-lo, facilitando a lembrança no futuro.

O cartão precisa se destacar dos demais. O tipo de papel ou o corte aplicado podem ajudar nisso. Uma boa técnica também é colocar no verso um mapa, telefone de utilidade pública, foto ou qualquer coisa que agregue valor. Fazer uma dobra na ponta não é bem visto.

Utilização: É importante ter um porta-cartões à mão com uma boa quantidade deles. O cartão está ligado à imagem pessoal e deve estar bem apresentável. Tenha sempre cartões sobrando, se estiverem acabando, encomende mais, Quanto maior a quantidade encomendada, menor será o preço por unidade.

Escaneie os cartões para enviar na assinatura de e-mails e junto a correspondências. Deixe-os em locais onde alguém possa passar e pegar (mesas de escritório, bibliotecas, etc)
Saiba a hora certa de entregar um cartão. Em reuniões, é bom que seja feito no início, para facilitar a memorização de nomes. Em almoços, pode ser mais cordial entregar ao final. Em Workshops, feiras e palestras ele pode vir logo após um aperto de mão, mas cuidado para não parecer muito pretensioso.

Ao entregar o cartão, procure fazê-lo segurando firme com o polegar, mantendo indicador dobrado e o lado principal virado para cima. Se for receber um, não o guarde sem antes ler, demonstre interesse e retribua o gesto.

Um cartão bem feito e bem utilizado pode garantir valiosos contatos profissionais e aumenta a possibilidade de futuros negócios, É um detalhe simples e barato que, se bem observado, pode trazer excelentes resultados.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Empresas investem em clientes antigos para driblar a crise

Nesse momento de crise e certa insegurança os investimentos – sejam quais são eles – devem ser ainda melhor planejados incluindo o investimento em ações de marketing e propaganda.


Observe que estamos falando de planejar melhor o investimento em ações de marketing e não deixar de investir. É sabido que em momentos de baixa é que algumas marcas se sobressaem, principalmente porque se aproximaram do consumidor enquanto a maioria das empresas estava voltada para si.

Pode ser que pequenas e médias empresas pensem que isso só serve para quem é grande... nada disso! Mesmo a realidade financeira de grandes empresas sendo diferente das pequenas e médias, uma coisa não deixa de ser igual: o valor do cliente fiel.

Você sabia que conquistar um cliente custa até 7 vezes mais do que mantê-lo fiel? Já dizia o guru de marketing Philip Kotler. Então, focar os investimentos de marketing nos atuais e fiéis clientes é uma boa saída para reduzir o investimento sem perder em resultado.
Na literatura isso chama-se share of customer, ou seja, participação no cliente. É fazer com que cada um de seus clientes compre mais da sua empresa.

Como fazer isso?

Olhe para a sua lista de clientes (se você não tem uma está mais do que na hora de começar a ter), analise-a procurando encontrar clientes com comportamentos semelhantes. Verifique o potencial de compra desses clientes e decida pelo grupo com o qual você deseja se comunicar primeiro. Nesse momento, definido o público, ficará mais fácil ter uma idéia de qual ação de marketing realizar.

Exemplo: Abra as portas do seu comércio exclusivamente para seus clientes fiéis (em data e hora pré-definidas e comunicadas). Prepare ofertas de acordo com o perfil de cada grupo de consumidores.

Com certeza vai valer a pena!

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