sábado, 4 de julho de 2009

Livros de Marketing Grátis

Livros de marketing normalmente são caros, mas, hoje em dia, com a mudança na forma de ver as coisas, muitos autores resolveram disponibilizar conteúdo gratuitamente na internet. Neste post você encontrará 3 e-books que foram disponibilizados gratuitamente para download pelos próprios autores. Vamos a eles:

Onipresente é um livro de Ricardo Cavallini, "consultor corporativo, professor do curso de extensão de marketing direto da ABEMD e acumula passagens por agências, veículos e produtoras como JWT, DM9DDB, globo.com e Vetor Zero." (trecho retirado do site)
O livro fala sobre as mudanças que vêm ocorrendo no mercado de comunicação em geral e no consumidor.

Redes Socias na Internet é, como o nome ja diz, uma análise das tão famosas redes sociais. O livro da jornalista Raquel Recuero possui um foco mais voltado para a área antropológica e social.


Para Entender a Internet Por fim, "Para Entender a Internet" é um livro colaborativo (assim como o Marketing Descomplicado) com textos de diversos autores muito conhecidos na área como Fabio Seixas, Cris Dias, Carlos Merigo, Edney Souza, entre outros. É uma leitura rápida e muito útil para entender termos importantes da Internet.

Bem, essas são as minhas recomendações. Se alguém tiver conhecimento de mais algum livro que seja grátis para download, podem enviar em forma de comentário ou por e-mail.




sábado, 23 de maio de 2009

Marketing para o Séc. XXI: um livro para quem quer fazer a diferença



O post de hoje trata da resenha de uma das melhores obras de um dos maiores profissionais de marketing de todos os tempos.

Em seu livro Marketing para o Século XXI, Philip Kotler, percebendo o mundo a sua volta repleto de constantes mudanças, fala um pouco sobre como deve ser a orientação de marketing das empresas para sobreviverem aos novos tempos.

Kotler fala de uma administração de marketing preocupada em entender o cliente e atender suas necessidades, e não apenas preocupada com as vendas. Oferecer, não só produtos, mas valor percebido aos consumidores e posicionar-se no mercado através de pesquisas para proporcionar aos seus clientes aquilo que realmente importa a eles (preço, qualidade de atendimento, agilidade, etc ).

Dessa forma, o marketing de massa cai por terra, dando lugar a um marketing cada vez mais customizado, pensando no cliente como um indivído, um ser único com sentimentos e vontades. Ele orienta que as empresas invistam em planejamentos detalhados com análise de mercado, análise de concorrentes, análise swot, planos por segmento de mercado, planos para novos produtos, enfim, planejamentos completos que cubram todos os esforços de negócios da empresa.

Kotler defende ainda que os esforços de comunicação (publicidade e propaganda, promoção e merchandising, relações públicas, etc) sejam uniformes na transmissão de uma única mensagem e que esta responda aos objetivos de marketing que estão diretamente ligados ao plano de negócios da empresa ou instituição.

O livro apresenta diversos estudos de caso, exemplos de planejamento e detalha muito bem todas as ações citadas neste post. Para quem estuda ou trabalha com marketing, é leitura obrigatória, pois explica o papel de cada profissional e sugere inúmeras ações, explicando o que é o marketing e como se fazer marketing de verdade.

Para saber mais, clique aqui.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Ning - Faça sua própria rede social

Todo mundo que entende um pouco de marketing e o básico de internet já deve ter percebido a importância de se fazer presente nas redes sociais. A cada dia que passa, mais e mais empresas percebem o poder da web 2.0 e lançam-se nesse meio.
Entre esses blogs, twitters e facebooks da vida, existe também o Ning, onde você pode criar sua própria rede social e customizá-la como bem entender.
Diferentemente de redes como Orkut e Myspace, no Ning o usuário é convidado a participar e criar não comunidades, mas redes sociais completas com direito a opções como temas, postagem de vídeos e fotos, eventos, fóruns de discussão, postagens de blog abertas a comentários, espaço para links patrocinados, entre outras coisas.
É um site realmente interessante com uma gama de possibilidades que, se bem exploradas, podem gerar um retorno muito positivo para o seu negócio. Imagine o que uma empresa pode fazer dentro de sua própria rede social com seus clientes cadastrados: Promoções, comunicados, pesquisas, lançamentos, enfim, tudo o que a criatividade permitir.
Ter uma rede social no Ning pode ser a via de comunicação que faltava com o seu cliente. Vale à pena experimentar, afinal, já que o cadastro e a criação de redes no site são gratuitos, você não tem nada a perder.

quarta-feira, 11 de março de 2009

Web 2.0 – Ainda é uma onda?

Boa parte da população digital já vive intensamente a Web 2.0, que é a evolução da web rumo à interação de usuários com usuários e de usuários com empresas. Hoje já se fala em web 3.0, 4.0.

Nessa onda onde muitas empresas já estão na crista e outras nem sabem do que se trata, a palavra-chave é COLABORAÇÃO.

Através de conteúdo colaborativo por meio das diferentes formas de redes sociais (comunidades, blogs, Second Life, Twiter etc) a web 2.0 permite o compartilhamento de conteúdo e troca direta de informação.

Essa nova forma de se comunicar transforma a maneira como as empresas se relacionam com seus clientes e mercado potencial. Hoje, por parte do mercado de consumo, vive um ceticismo ao que a empresa fabricante diz.

O consumidor muitas vezes precisa da opinião de outros usuários para se render a uma marca ou serviço. E encontram isso na internet buscando opiniões de quem já experimentou.

Se o mercado está assim – consumidores procurando informações sobre outros consumidores de uma determinada marca – nada mais estratégico do que participar disso de forma ativa, ou seja, oferecer ao consumidor um meio de troca de conteúdo colaborativo com a participação de outros consumidores e do próprio fabricante.

Essa mudança traz para as empresas a ditadura da transparência. Uma transparência dela com o mercado e dela para com ela própria.

Dela com o mercado porque nesse mundo da colaboração não há abertura para mentiras, o consumidor vai encontrar a verdade em outro consumidor. Dela com ela própria porque para participar disso empresa como um todo precisa estar muito ciente dos riscos e mergulhada nesse novo mundo.

Hoje já é comum a participação de empresas em sites de conteúdo colaborativo, como o Second Life, Orkut, MySpace, Twiter entre outros, com resultados muito positivos.

Parte desse resultado vem com o entendimento desse consumidor que se comporta de forma diferente na internet. Por isso, a estratégia de participação do mundo online tem que ser diferente da estratégia do mundo offline, precisa levar em conta as diferentes relações que se têm em cada um dos 2 mundos.

Fabiana G. Almeida Calil - www.optecomunicacao.com.br

segunda-feira, 9 de março de 2009

Minha empresa no Google Maps?

Se você possui um negócio regional, como uma revendedora de automóveis em determinado bairro, uma franquia ou até mesmo uma barraquinha de cachorro-quente, já pensou na possibilidade de estar bem posicionado numa busca do Google? Se não, deveria. Hoje em dia, antes de tomar qualquer decisão de compra, a maioria das pessoas recorre aos mecanismos de busca na web, principalmente o Google. Para negócios deste tipo, existe uma ferramenta chamada Google Local Bussines Center.

Nesta ferramenta, é possível cadastrar o seu negócio disponibilizando sua localização geográfica, fotos do local, videos, sua logomarca, contatos (telefones, e-mail, fax, etc), site (caso possua) e uma descrição dos serviços ou produtos oferecidos. Após esse cadastro, seu negócio passará a constar, de acordo com o endereço e a relevância das palavras escolhidas na descrição, em buscas realizadas no Google Maps e até no próprio Google. Vejamos um exemplo:

Digamos que eu possua uma papelaria numa rua do bairro de Botafogo, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Minha papelaria não possui site próprio, mas cadastrei meu endereço no Google Local Business Center, coloquei uma breve descrição sobre o meu negócio e algumas fotos. Se alguém procurar no Google por "papelaria botafogo rj", surgirão milhões de resultados. Porém, se o usuário utilizar o Google Maps nesta busca, provavelmente encontrará a descrição do meu negócio com endereço e as fotos que disponibilizei.

Isso pode significar um grande adianto para quem estiver procurando especificamente por uma papelaria em Botafogo, pois terá um mapa com a localização do meu negócio, fotos do local e até uma descrição de como chegar lá feita pelo próprio Google. Muitas vezes inclusive, o resultado do Maps aparece nas buscas realizadas na página principal do Google (busca orgânica).

Essa é uma maneira de utilizar a melhor característica que a internet tem a oferecer hoje em dia, a segmentação. E com uma grande vantagem: o serviço é totalmente gratuito. Se depois disso tudo você ainda estiver na dúvida entre usar o serviço ou não, aqui vai uma última dica: Seus concorrentes locais provavelmente já estão usando!

Link do Google Local Business Center

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

O Orkut levado a sério

Se analisado de forma profissional, o Orkut (rede social mais popular do Brasil) pode ser uma grande ferramenta para seus negócios. Pense bem, por que não aproveitar uma rede de relacionamentos para justamente se relacionar com seus clientes? Com o Orkut é possível, sem gastar dinheiro, descobrir o que as pessoas pensam sobre seus produtos e serviços e falar de forma mais direta com seu público alvo. Obviamente isso não serve para qualquer empresa, se o seu público for mais conservador é melhor procurar outros canais. Veremos algumas formas de utilizar o site em favor da sua empresa.

Em primeiro lugar, atenção para as comunidades! É através delas que o usuário diz quem ele é, do que gosta e do que não gosta. Se existem comunidades reclamando da sua empresa, tente saber o porquê, resolva o problema e comunique aos participantes. Da mesma forma, se houver comunidades te elogiando, procure entrar em contato com os membros ou com os moderadores, divulgue promoções, produtos novos, serviços, etc. Monitore as comunidades constantemente. Se não existirem comunidades para sua empresa, crie uma.

Aplicativos também podem ser uma boa idéia para se fazer presente junto ao seu público. Se numa comunidade de 5000 membros, todos tiverem um aplicativo com um jogo ou algo relacionado à sua empresa em suas páginas iniciais, imagine a visualização que isso terá para cada amigo dos membros.

Lembre-se, o boca-a-boca é uma das maiores forças das redes de relacionamento. Descubra formas de fazer com que os usuários falem bem da sua marca. É muito mais interessante ter um usuário real falando bem dos seus negócios do que você mesmo fazê-lo. Incentive também a troca de links. Há uma boa possibilidade de um usuário acessar o site da sua empresa tendo clicado em um link no Orkut. Mas cuidado para não parecer spam! Se estiver disposto a gastar algum dinheiro, invista em páginas customizadas ou links patrocinados. Pode ser uma boa forma de obter retorno.

Você pode descobrir outras maneiras de usar o Orkut (e outras redes sociais como Twitter, Facebook, Myspace, etc.) para o bem dos seus negócios, isso vai variar de acordo com o público da sua empresa. O importante é estar presente onde o consumidor estiver e saber o que ele pensa sobre você. O Orkut é uma excelente rede de relacionamento com o cliente. E lembre-se, se a sua empresa não estiver no Orkut, provavelmente seu concorrente estará.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Se você quer saber o resultado que o seu website traz para a sua empresa, você está precisando do serviço WEB Analytics.

Web Analytics é o nome dado para a técnica de estabelecer e analisar métricas e indicadores de resultados para projetos web. Uma área que vem crescendo muito no marketing devido ao crescimento da internet como ampla ferramenta de divulgação.

A internet como meio de divulgação, tem como principal diferencial das outras mídias (jornal, TV, revistas etc) a possibilidade de se medir o resultado, de analisar o ROI (retorno sobre o investimento).

Apesar de ser algo novo e em desenvolvimento, hoje já existem ferramentas muito úteis que – se bem utilizadas – permitem análises que abrem diversas possibilidades de se extrair o máximo de um site, seja ele comercial ou institucional.

O que você faria se pudesse descobrir qual é a página do seu site que mais contribui para a saída do internauta? Ou então, qual é o caminho mais comum que o visitante percorre pelo seu site? Para cada site e objetivo há uma resposta.

É uma técnica comparada às usadas em lojas de varejo e supermercados que estudam o comportamento do consumidor dentro da loja afim de definir a posição dos produtos, das sessões, dos caixas entre outras ações.

É muito comum os provedores de hospedagem de sites ofertarem no pacote de hospedagem um sistema que extrai estatísticas de acesso. São ferramentas muito úteis, porém, pouco usadas pelos profissionais de Web Analytics por diversos motivos. Um deles é a falta de possibiliades de edição, ou seja, formas de manipular os códigos de maneira a extrair informações “personalizadas”. No entanto, caso você queira passar a usufruir da web analytics e não conhece nada sobre o assunto, vale começar extraindo informações dos dados que os relatórios de seu provedor oferecem.

A ferramenta mais usada hoje é gratuita, o Google Analytics. Para usá-lo é preciso ter o mínimo de conhecimento sobre HTML e meta tags.

Mesmo a ferramenta sendo gratuita, não é tão simples chegar a conclusões sobre os dados gerados e principalmente sobre a mudança a ser realizada no site. É importante ter o apoio de profissionais da área de marketing e web analytics para não correr o risco de transformar o seu site num Frankenstein.

sábado, 31 de janeiro de 2009

Idéias para restaurantes



O Webinsider publicou um texto bem interessante voltado aos donos de restaurantes e designers de cardápios. Escrito pelo especialista em marketing e criatividade em restaurantes Rafael Mantesso, traz dicas preciosas sobre como criar uma cardápio vendedor. Vale a pena.




Comendo com os olhos: como montar um cardápio

Alguma coisa podemos aprender com os cardápios de restaurantes: eles fazem parte da "experiência" dos sentidos para proporcionar prazer. E seguem alguns truques para nos fazer gostar mais... e gastar mais também.

Por Rafael Mantesso

Experiências sensoriais desencadeiam no cérebro respostas rápidas. A visão de um suculento hamburger no anúncio na televisão ou o cheiro de um doce de chocolate despertam a vontade de experimentar. Estes são dois exemplos de como podemos explorar a psicologia sensorial para influenciar as decisões de compra do consumidor em um restaurante.

Além de impactar o cliente pelos aromas e sabores, uma boa casa deve impactar também pelo visual, que vai da decoração ao mais importante - o cardápio!

Layout
O design é crucial. A melhor opção é por um layout simples e com fontes clean. Só coloque fotos se elas forem mais bonitas que o prato em si, fotos do estilo McDonald’s. Se a foto for amadora, o efeito é contrário, a comida fica com aspecto asqueroso, não dá fome, dá enjôo.

Um cardápio de página dupla é sempre a melhor opção para levar o cliente aos melhores pratos. A leitura num cardápio de página simples é vertical, mais fácil de comparar preços.



Porém a leitura num cardápio de página dupla é mais complexa e nos obriga a olhar para vários lugares. Com isso podemos colocar os produtos mais rentáveis nas melhores partes. Como o canto superior direito.

Disfarce os preços
O que restaurantes, pelo menos a maioria, fazem com o cardápio: colocam todos os preços alinhados à direita, um abaixo do outro. Se todos eles estão assim eu posso facilmente comparar e certamente escolherei os mais baratos. É melhor ter os preços e cifrões colocados discretamente no final da descrição de cada produto.

Faça o cliente folhear
Um cardápio deve ser como um supermercado. Os itens mais pedidos, mais comuns, como hamburgers, sanduíches e fritas, devem estar escondidos no cardápio. Não devem ter acesso fácil. No supermercado os itens que compramos com frequência, como leite, carnes, arroz e feijão, sempre ficam nos fundos; nós temos que comprá-los mesmo, então tanto faz o lugar onde estiverem, nós vamos até lá.

Como estão no fundo, o supermercado nos obriga a passar por vários outros produtos mais caros e que podemos comprar por impulso. Escondendo os itens comuns no cardápio, o cliente é obrigado a ver outros produtos, o que aumenta a sua chance de gastar mais e não optar pelo de sempre.

O nome do prato
O nome do prato é a parte mais importante para vendê-lo a quem não o conhece. Um cliente não será incentivado a experimentar um prato novo por causa do preço. O nome precisa ser criativo, criar interesse, despertar a curiosidade.

Um amigo renomeou todos os itens do seu cardápio com nomes nada convencionais, deixando qualquer um curioso com qualquer prato. Por exemplo, o torresminho com mandioca virou “tadinho do Chiquinho”, a carne de sereno virou “não sou carne de sol” e assim por diante. Os adjetivos também não devem ser poupados, eles são tão importantes quanto o próprio nome.

O que você acha melhor? Ovos mexidos ou ovos mexidos com manteiga fresca? Pense em sabores e gostos, palavras como crocante e picante dão ao cliente uma melhor idéia do que está por vir. Longas descrições devem ser reservadas para os pratos mais rentáveis.

Lembre-se:

- Um cardápio não é um amontoado de letras, não é anúncio publicitário. Dê destaque ao que precisa ter destaque.
- Vermelho e amarelo são cores que evocam a fome. Usadas na forma correta dão vida ao cardápio; usadas demais, cansam qualquer um.
- Os pratos que possuem mais atributos (nome diferente, adjetivos, descrição…) vendem mais que “nomes sozinhos” no cardápio.
- Nosso olhar é preguiçoso, ele é atraído por qualquer coisa diferente. Seja o negrito de uma letra ou uma caixa em volta do texto. É fácil levar o olhar do cliente para onde interessa sem agredir o layout.
- O canto superior direito deve ser sempre reservado para o prato mais lucrativo.
- Tenha versões diferentes do mesmo cardápio para atender necessidades diferentes. Se recebe muitos turistas, tenha ele em outros idiomas, se recebe pessoas idosas, tenha um com fontes maiores.
- Com certeza um cardápio não faz milagre. Ele faz parte da “experiência”, que é aquilo que motiva alguém a indicar um restaurante para um amigo. O atendimento dos garçons, o ambiente, a música, a decoração, as pessoas, os pratos, o cardápio… tudo deve estar alinhado para proporcionar ao cliente a melhor experiência possível. Só assim ele voltará a comer ali novamente!

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Usando o Database Marketing para focar nos seus clientes

Independentemente do tamanho da empresa e da área de atuação, todos os esforços de marketing hoje em dia possuem um único foco, o cliente. Conhecer o consumidor e oferecer produtos e serviços que satisfaçam suas necessidades é essencial para o sucesso de qualquer negócio. A Gestão de Relacionamento com o Cliente (CRM) nunca foi tão importante, já que agora a comunicação com o público alvo tende a ser cada vez mais pessoal e menos generalizada.

Com isso, o marketing direto vem crescendo, tendo atingido investimentos de mais de R$ 1 bilhão no Brasil e US$ 120 bilhões nos EUA. Mas, para que os esforços em marketing direto sejam bem sucedidos é fundamental ter um bom banco de dados (ou database marketing) e saber usá-lo.

O database marketing nada mais é do que um banco de dados onde devem ser armazenadas todas as informações sobre um cliente que possam vir a ser utilizadas para identificar tendências, riscos e oportunidades. Nele devem constar desde informações básicas como endereço, telefone, e-mail, até dados mais complexos de hábitos de consumo, regularidade das compras, quantidade adquirida, média de gastos, entre outros. Esses conhecimentos são fundamentais para que se possa traçar um perfil do consumidor, direcionar a comunicação e criar ofertas personalizadas.

Com o avanço das ferramentas e soluções de BI (business intelligence), o database marketing tornou-se uma arma importante nos departamentos de marketing. Através de Data Marts (bancos de dados com informações específicas de cada setor da empresa), é possível planejar ações de marketing direto como e-mail marketing e malas diretas que resultem num retorno muito maior do que uma propaganda numa mídia tradicional. É um investimento seguro que cria um canal de comunicação onde a empresa é capaz de conhecer melhor seus clientes e oferecer produtos e serviços da maneira e no momento que eles preferem.

*Para mais informações sobre marketing direto, visite o site da ABEMD (Associação Brasileira de Markeitng Direto) - http://www.abemd.org.br/

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Brainstorming. Que palavrinha esquisita! Isso funciona?

A área de marketing adora dar nomes estranhos para coisas simples e extremamente funcionais. O brainstorming é uma delas.

Em português significa TEMPESTADE DE IDÉIAS e é uma técnica muito útil para fazer aflorar idéias inovadoras e de resultado.

É uma técnica de custo zero, que pode ser realizada no próprio ambiente de trabalho e usada em qualquer grupo de trabalho e nas mais diferentes situações: identificação de riscos, criação de novos produtos, resolução de problemas, planejamento estratégico, desenvolvimento de campanhas publicitárias, melhoria no atendimento a clientes, campanhas de vendas, etc.

Vamos fazer?

1º passo:

- Estabeleça um problema ou assunto a ser tratado

- Selecione um grupo

- Defina as regras básicas: ausência de críticas, criatividade e aperfeiçoamento das idéias

- Escreva um assunto em um quadro visível para todos

- Estimule as idéias dos participantes (conte um caso, faça o pessoal relaxar...)

É muito importante para o resultado que não haja críticas no brainstorming. Por ser uma técnica de criatividade, uma crítica ou uma simples brincadeira sobre uma idéia pode inibir um participante e expor sua sugestão.

Um antigo professor meu da Fundação Dom Cabral tem uma técnica interessante para evitar o constrangimento em caso de críticas ou brincadeiras: ao invés das pessoas exporem suas idéias em voz alta, ele distribuiu pequenos papéis (post-it) e cada um coloca a sua idéia ali, na medida em que as idéias vão sendo entregues ele as cola no quadro.


2º Passo

- todos discutem juntos cada uma das idéias

Não tenha medo da idéia ridícula, ela serve de trampolim para a verdadeira inovação.

- após o término, o líder deve separar as invenções das decisões

Nessa hora, cuidado! Seja crítico na medida certa para não censurar uma possível inovação.

- as idéias promissoras devem ser aperfeiçoadas e em seguida aplicadas.

Dica: se for possível deslocar o pessoal para um ambiente fora do local de trabalho é recomendável, o ambiente informal “destrava” as mentes e faz as pessoas pensarem fora do quadrado.

Colaboração: www.liderancaonline.com.br

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