sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Como ganhar US$655,00 com apenas US$5,00 na mão?

Conheça a história de um grupo de alunos da Professora Tina Seelig num curso intensivo de Empreendedorismo na Universidade de Stanford, que, provocado por ela, conseguiu transformar 5 dólares em 650 dólares em apenas duas horas, usando somente as cabeças e os contatos dos próprios alunos. Vale a pena.

Assista ao vídeo clicando aqui

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Seja útil ao cliente, e ele será todo seu

Uma das melhores estratégias para tornar clientes fiéis é elevar o custo de mudança, ou seja, tornar mais difícil que um cliente mude para uma marca concorrente. Muitos tentam fazer isso por meio de contratos ou outros artifícios que deixam o cliente insatisfeito e, na primeira oportunidade, ele vai correndo comprar de outro. O ideal é que o custo de mudança seja elevado através da criação de valor, ou seja, através de benefícios únicos que as pessoas não encontrarão em nenhum outro lugar. Mas como fazer isso?

Existem diversas maneiras. Uma das mais eficazes é dar ao cliente, a partir da compra de um produto ou serviço, a oportunidade de fazer parte de um grupo exclusivo. É simples e não tem nada de novo. Nos anos 90, a gelatina Royal obteve um imenso sucesso com o Clube do Bocão. As mães se sentiam obrigadas a comprar o produto para que as crianças fizessem parte do clube, que tinha até carteirinha, e conseguissem brindes exclusivos cada vez que enviavam o verso da embalagem preenchido.

Você pode “blindar” sua base de clientes das mais variadas formas. Uma delas é criar uma revista dedicada somente a clientes, cuja extensão da assinatura vem da freqüência de compras. Por exemplo, uma loja de roupas lança uma publicação sobre moda e vida social e renova a assinatura a cada vez que o cliente compra. Você certamente conquistará diversos consumidores interessados mais na assinatura da publicação do que propriamente no seu produto em si. Após um período gratuito para o público conhecer a revista, dá até para cobrar pela assinatura (cross-selling), mesmo que seja só para clientes. Outra forma é realizar eventos periódicos aberto somente a clientes, que devem comprar mensalmente, por exemplo, para renovar o convite.

Com a internet, essa prática ficou mais fácil e barata. Um caso interessante é o do consultor de marketing e escritor Seth Godin em seu último livro Tribes, ainda não lançado no Brasil. Ele criou uma comunidade virtual do seu livro (semelhante a um Orkut exclusivo sobre o tema) para quem comprasse o livro. Junto ao exemplar, o comprador ganha uma senha e pode fazer parte de um grupo de discussão com a participação do autor. Para isso, ele usou o Ning - aplicativo gratuito on-line que permite fazer e hospedar sua própria comunidade virtual. De forma simples, ele criou um benefício único, exclusivo para seus clientes. Uma renomada rede de academias de ginástica no Brasil fez o mesmo: criou uma com unidade virtual voltada exclusivamente aos seus alunos. Como resultado, obteve uma enxurrada de novos clientes, além da permanência daqueles que já estavam lá. Imaginem um açougue que, todo mês, envia aos seus clientes uma coletânea de receitas que levam carne, ou uma escola de música que cria um site para que seus alunos divulguem o trabalho de suas bandas para produtores musicais.

No entanto, muitas empresas acham que conseguirão tal façanha distribuindo brindes convencionais ou dando descontos - este último um benefício ilusório, pois se um competidor aparece com um preço menor, certamente levará este comprador. O segredo é oferecer um benefício que exija que o cliente continue comprando com você – e que seja único, real e percebido. É só conhecer o que é realmente relevante à vida dos seus clientes, que eles retribuirão com a lealdade tão sonhada pelos empresários.

95% dos consumidores preferem bom atendimento

Segundo a última pesquisa realizada pela TNS InterScience para a revista Consumidor Moderno, revelou que o consumidor prefere um bom atendimento à preços baixo e qualidade na hora de comprar. Foram ouvidos 1250 consumidores nas cidades de São Paulo, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Recife e Belo Horizonte, todos maiores de 18 anos, nas classes A, B, C e D.

O bom atendimento foi o quesito importante mais citado pelos entrevistados (95%), seguido de qualidade de produtos (94%), preço (89%), responsabilidade ambiental (81%), responsabilidade social (80%), monitoria da satisfação do cliente (75%) e propaganda ética, séria e comprometida (72%).

O resultado da pesquisa nos mostra como o crescimento do poder aquisitivo da população brasileira influenciou nos hábitos dos consumidores. Atualmente só manter o preço baixo não garante a preferência do consumidor. Os responsáveis das empresas devem cada vez mais investir na capacitação de seus funcionários e monitorá-los para garantir um uma boa experiência de compra aos seus clientes.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Vídeo Conferência facilita a comunicação em pequenas empresas

Empresas de pequeno porte com atuação em serviços ou varejo e que possuem mais de um ponto-de-venda enfrentam uma dificuldade em comum: reunir os gerentes ou funcionários de cada estabelecimento para reuniões periódicas. Geralmente, é necessário um esforço de deslocamento com alto custo de operação, principalmente quando a atuação se dá em mais de uma cidade.

Para solucionar este problema, fui em busca de ferramentas de vídeo conferência. Muitos softwares suportavam apenas 2 pessoas e outros custavam caro. Hoje, encontrei uma solução interessante: um software gratuito chamado Bravis. A capacidade é de apenas 4 pessoas interagindo simultaneamente, mas já resolve parte do problema. Testamos o programa e deu tudo certo. O software é fácil de usar e a qualidade da imagem e do som é excelente. Vale a pena.

Para quem se interessar, o download é gratuito, aqui.

Pesquisa motra perfil do consumidor brasileiro


Recente estudo sobre hábitos de consumo do brasileiro, realizado pelo Ibope Mídia, mostra que a parcela mais numerosa dos consumidores brasileiros com idade entre 12 a 64 anos é formada por pessoas que preferem pagamento a prazo e que, freqüentemente, fazem compras por impulso. A pesquisa, intitulada Target Group Index, mostrou que 45% dos mais de 17 mil entrevistados apresentam esse perfil, denominado "For Fun".

Este grupo abrange solteiros até 24 anos das classes C, D e E, e corresponde a 45% dos consumidores do país. Tratam-se de pessoas que não querem assumir responsabilidades, valorizam marcas divertidas e espelham-se em personagens de novelas. Sua principal fonte de informação são as revistas.

O segundo grupo são os “Exploradores”, que representam 27% da população economicamente ativa. Composto por solteiros das classes A e B com idade média de 32 anos, esta parcela tem na internet a maior fonte de informações. São pessoas mais independentes e bem informadas. Interessam-se por acontecimentos internacionais, são fluentes em inglês, realizam trabalhos voluntários e estão felizes com o padrão de vida que possuem. Esses compradores são mais fiéis às marcas, valorizam aquelas mais refinadas e inovadoras, principalmente as que facilitam as tarefas diárias.

Por fim, estão os "Analógicos", que representam 28% dos compradores . São aqueles consumidores casados, com mais de 35 anos e frequentemente acima do peso. Mais da metade é responsável por alguma criança. Não possuem preconceito com outras pessoas, mesmo em se tratando de orientação sexual, e gostam de participar de sorteios e promoções. Preferem marcas tradicionais e que combatem desigualdades sociais, procuram preços baixos, e recebem grande influência dos filhos na hora de gastar.

O estudo também analisou o consumidor brasileiro de forma geral. Um dos pontos apontados foi que as maiores fontes de informação para decisões de compra são, em primeiro lugar, experiências anteriores e, logo na seqüência, opinião da família e de amigos. Estes meios de informação vêm se consolidando no decorrer dos anos em todas as categorias de produtos e também são consideradas as fontes que fornecem as melhores informações sobre vendas e ofertas especiais.

Quando perguntados sobre as principais fontes para pesquisas de produtos, os entrevistados apontam Internet e jornal como os preferidos dentro das categorias carros e eletrônicos. As revistas aparecem como veículos mais procurados quando o consumidor pretende obter mais informações sobre produtos/serviços que remetem à vida saudável (exercícios, alimentos. etc.). Para eletrônicos, produtos para casa e alimentos, o meio que mais se destaca como fonte de informação continua sendo a TV.

Uma novidade na pesquisa foi a análise da influencia do Ponto de venda no momento da compra. Foi detectado que na categoria “Roupa”, os jovens são mais influenciados pela comunicação no PDV no momento da compra.

Quanto às intenções de consumo do brasileiro, para os indivíduos de 20 a 34 anos, os maiores desejos são adquirir o 1º automóvel e comprar uma casa. Na faixa etária de 35 a 54 anos, a vontade de comprar uma casa também aparece com grande força, seguida pelo desejo de realizar reformas no imóvel. Na faixa dos 55 aos 64 anos, entrar na aposentadoria vem seguido de realizar reformas na casa.

Quando esta mesma análise é feita tomando como base as classes sociais brasileiras, percebe-se que entre as pessoas que planejam adquirir uma casa nos próximos 12 meses, 47% pertencem à classe C, 28% às classes AB e 25% DE. Em relação ao sexo, as mulheres figuram como maioria entre as pessoas que planejam comprar um imóvel nos próximos 12 meses com 58%, contra 42% de homens.

O estudo foi conduzido durante todo o ano de 2007 e apresentado em agosto deste ano. Foram entrevistadas 18.816 pessoas entre 12 a 64 anos nas principais regiões metropolitanas de todo o Brasil, o que representa quase metade da população do país dentro da faixa etária pesquisada.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

O perfil dos usuários de serviços de comunicação

Um dos pontos essenciais do marketing é conhecer o público-alvo da empresa. Assim, é possível entender suas necessidades e trabalhar as estratégias com um maior direcionamento, entre outros fatores. Para isso, existem diversos métodos, como pesquisas, por exemplo. No entanto, por se tratarem de ferramentas que exigem um investimento alto, fora do alcance de muitas pequenas e micro empresas, uma alternativa é analisar trabalhos realizados por institutos e outras empresas. Abordaremos muitos deles aqui.

O primeiro, é um estudo realizado pela Ericsson e Instituto Ipsos Public Affairs para definir as características predominantes e os estilos de vida dos usuários de serviços de comunicação no Brasil e no mundo. Realizado em 11 países durante o ano de 2008, o trabalho apontou 8 grupos com base em estilos de vida distintos:

Family Phoners: usuários de 30 a 64 anos, que não dominam a tecnologia, mas se precisarem ter uma conexão forte com seus familiares, se submetem a aprender. São pessoas que prezam estar com a família. Casados, com filhos, e predominantemente mulheres. São um pouco receosos com tecnologia, mas estão dispostos a aprender se possibilitar uma conexão familiar maior. No levantamento mundial, este grupo é composto por 17% dos usuários. No Brasil, o número cai para 16%.

Basic Phoners: usuários com mais de 40 anos; maior possibilidade de serem mulheres do que homens; casados e com filhos, ou casados sem filhos. Têm menor grau de escolaridade e de renda em relação aos demais. É formado, na maioria, por aposentados ou donas de casa. Vêem a tecnologia como um símbolo do que tem de errado no mundo moderno, mas podem ser influenciados pelos mais jovens a mudarem esse pensamento. Aqui, representam 15%, e no mundo 17%.

Mainstream Materialist: pessoas entre 25 e 59 anos, casadas e com filhos. Grau de escolaridade mediano. São mais homens do que mulheres e possuem tendência materialista. Vivem em busca de reconhecimento da sociedade. No mundo são 15%, e, no Brasil 14%.

In Touch Organizers: em sua maioria, pessoas entre 30 e 64 anos; casadas e com filhos; mais mulheres do que homens. Possuem alto grau de escolaridade e renda, quando comparados com os usuários do perfil Mainstream Materialist. São pessoas que vêem a tecnologia como um meio para alcançar algo. Na análise mundial, são 15%. Já no Brasil, o número sobe para 16%.

Experiencialists: usuários entre 25 e 55 anos, normalmente casados e com filhos. Possuem renda de grau médio à boa e trabalham em período integral. São fascinados por novas tecnologias por seu estilo e valor. São 12% no mundo e 15% no Brasil.

Pioneers Youth: são pessoas entre 15 e 24 anos, perfil tipicamente voltado à juventude. São estudantes e solteiros, que ainda moram com os pais. Mais mulheres do que homens. Vêm de famílias com poder aquisitivo relativamente alto. Querem tudo de um aparelho celular e não querem esperar. Correspondem a 10% dos usuários brasileiros e 9% dos mundiais.

Mainstream Youth: usuários entre 15 e 24 anos; solteiros, mas que ainda moram com os pais. Vêm de famílias com menor poder aquisitivo. São mais mulheres do que homens. A maioria é estudante, que já ingressou no mercado de trabalho. Pessoas jovens que têm vontade de consumir, mas são racionais com suas aquisições. São 9% no mundo e 10% no Brasil.

Careeirists: pessoas entre 25 a 39 anos, na maioria casados e com filhos. Grupo com maior poder aquisitivo. Têm grau de escolaridade alto, muitos formados em universidades, grande porcentagem de homens. Para eles, a tecnologia é uma ferramenta para o sucesso, uma forma de ganhar vantagem. No mundo, são 7%, no Brasil, apenas 4%.

O estudo também apresentou um panorama qualitativo dos consumidores das classes D e E. Os resultados mostram que são pessoas extremamente interessadas com a comunicação. Conhecem o que as operadoras têm a oferecer, em termos de serviços e tecnologias, mas o preço limita o uso dos aplicativos. Mesmo assim, com o pouco que lhes sobra, freqüentam lan houses, acessam a internet pelo celular, baixam ringtones, e têm conhecimento de como utilizar ferramentas como o bluethooth, por exemplo. As principais percepções captadas demonstram que os usuários das classes D e E estão sedentos por: transferência de créditos (para resgate em dinheiro); chamada patrocinada (chamadas e mensagens de texto); pacotes (com predominância de Internet + TV a cabo + telefone celular); e desconto dinâmico (promoções em horário comercial).

sábado, 13 de dezembro de 2008

Conhecendo (e premiando) seus melhores clientes


No Natal de 2007, a rede de calçados femininos Arezzo enviou um presente exclusivo para suas melhores clientes: uma sandália especialmente criada para a ocasião e um cartão de Natal escrito à mão pela vendedora que costuma atender a cliente. Uma ação bastante impactante, em lugar de fórmulas saturadas, como descontos, catálogos ou simples cartões de Natal. O objetivo foi estabelecer um vínculo emocional entre cliente e marca, tornando a experiência o mais pessoal possível. O presente tinha o número exato da cliente e foi entregue por portadores para garantir o recebimento em casa na data planejada.

Questão #1: Como a empresa conseguiu oferecer um brinde de valor tão alto para tantos clientes? O fato é que nenhuma empresa consegue manter uma relação tão personalizada com todos os seus clientes. Não há recursos para isso. No entanto, o presente não foi enviado para todas as clientes que já fizeram alguma compra nas lojas da marca. Foram presenteadas somente as melhores clientes.

Questão#2: Como saber quem são meus melhores clientes? É preciso conhecê-los. Este tipo de ação diferenciada se torna possível quando se pode calcular quem são os clientes que mais compram com você, ou possuem maior freqüência, ou até mesmo aqueles que têm grande potencial futuro de consumo.

Questão #3: O que preciso fazer para identificá-los? A ação só foi possível pelo fato da Arezzo manter uma relação de aprendizado constante com seus clientes. Através de um software de CRM, a empresa começou a cadastrar os dados de seus clientes, guardando com referência algumas informações relevantes, como o número que a pessoa calça, por exemplo. Com o acesso fácil aos dados sobre clientes, eles foram diferenciados por valor. O presente foi enviado apenas para clientes com ticket médio (valor médio de compra) e alta freqüência de compra. Cada uma das mais de 200 franquias da marca elaborou uma lista das suas “melhores clientes” que participariam da ação. As listas também foram avaliadas pelo departamento de marketing da Arezzo e os dados foram cruzados, para o caso da mesma cliente ter comprado em mais de uma loja.

Questão#4: Como posso implementar este sistema na minha empresa? Atualmente, existem diversos softwares de CRM de custo bem atrativo. Alguns exemplos são o Sugar CRM, o VTiger, o AppShore e o Sales Boom – todos voltados para empresas com capacidade limitada de investimento. Caso você se disponha de uma capacidade maior, um software sob encomenda seria o ideal.

Questão#5: Encontrarei algum problema na implementação do sistema? Na implementação provavelmente não, desde que haja uma pessoa capacitada gerenciando o processo. No entanto, a execução é mais complexa do que parece. Não por implicância da tecnologia, mas pelo fato de exigir um processo de mudança no pensamento das pessoas que fazem parte da empresa. Para isso, o projeto deve ser conduzido pelo dono ou principal executivo e deve ser trabalhado como uma mudança de mentalidade de toda a equipe: do topo do organograma à linha de frente.

Questão #6: É possível medir resultados? Certamente. Para isso é necessário que a campanha tenha um objetivo. A Arezzo fez a ação para reconhecer suas melhores clientes pelo sucesso da empresa em 2007. Os critérios estipulados para avaliar o retorno da campanha foram medidos pelo número de telefonemas ou visitas das clientes para agradecer o presente. Essas interações foram registradas no histórico das clientes, e superaram as expectativas da empresa. Além disso, ocorreram alguns resultados não previstos: o movimento nas lojas no período subseqüente à campanha aumentou significativamente. O inusitado foi que diversas consumidoras com o perfil de “melhores clientes” que não haviam recebido a sandália, voluntariamente atualizaram seu cadastro para participar da ação. Elas receberam o brinde no ato, pois havia um estoque nas lojas para essa situação e a Arezzo melhorou ainda mais seu conhecimento das clientes, enriquecendo seu banco de dados.

Questão #7: Por que eu deveria fazer isso?
As possibilidades de diferenciar quando se conhece bem o cliente são inúmeras: desde cartões de aniversário e envio de ofertas com base no gosto de cada pessoa até a personalização do produto com base nas necessidades de cada comprador. È, na verdade, uma imensa vantagem competitiva para a empresa. Pode-se fazer muito com essas informações preciosas, que substituem, em alguns casos, até a pesquisa. No entanto, o segredo do sucesso está no planejamento. Caso a empresa não trabalhe com um plano estratégico de longo prazo, é recomendado que , pelo menos para este tipo de ação, haja um planejamento específico do projeto. Caso contrário, os riscos são altíssimos e acabam inviabilizando a sua execução.

Questão #8: Onde posso obter mais informações?
Para saber mais sobre o assunto, sugiro a leitura dos e-books (livros online) da consultoria Peppers & Rogers, especializada neste tipo de abordagem, conhecida como marketing um-a-um. Para baixá-los, é necessário cadastro, mas é tudo gratuito.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Integrando os 2 mundos

Enquanto o mundo real está migrando para a internet, tem gente fazendo o caminho oposto e, aparentemente, se dando bem. O site de tendências Springwise mostrou mais uma idéia bem interessante que integra o mundo online (virtual) ao offline (real). Trata-se do Presto, uma solução para quem não utiliza e-mail mas deseja recebê-los. É simples, você envia um e-mail e a outra pessoa recebe a mensagem impressa, em papel.

Funciona assim: a conexão é feita através de um endereço de e-mail no presto.com, configurado para cada usuário offline e de uma impressora especial que fica conectada à linha telefônica. Quando contatos online enviam e-mails para o endereço eletrônico daquela pessoa, o sistema transforma os dados em um documento em formato de impressão. O Presto automaticamente libera uma compilação de mensagens recebidas e as imprime 5 vezes ao dia. Todo o processo pode ser gerenciado através do site da empresa, que também fornece serviços agregados, como instalação e acompanhamento, para facilitar ainda mais a vida do cliente. O produto está disponível apenas nos EUA, e pode ser adquirido em várias redes varejistas como Amazon.com, Best Buy e WalMart.

Por incrível que pareça, este produto pode resolver o problema de muita gente, já que existe um grande número de pessoas que ainda não aderiu à internet. A maior parte está na chamada "melhor idade". Tenho contato com diversos clientes que, ao perguntarmos se desejariam receber mensagens por e-mail, dizem não saber usar ou não gostar desse meio de comunicação. É evidente, apesar de não ter visto nenhuma pesquisa sobre o tema, que muitas dessas pessoas têm vontade fazer parte do mundo online, mas por diversos motivos, que vão de medo até puro conservadorismo, ainda não possuem telefone celular nem computador. É bem interessante criar recursos para esse nicho.

Com o aumento cada vez maior do número de pessoas e da renda dessa população, integrar os dois mundos parece uma grande oportunidade.

Volto a falar sobre o assunto em breve.

Torne quem já é cliente ainda mais cliente

Os conceitos de Cross-Selling e Up-Selling são essenciais para quem vende produtos ou serviços para o cliente final (B2C) ou para outras empresas (B2B). O Cross-Selling, também conhecido como vendas cruzada, significa vender produtos ou serviços complementares para quem já adquiriu algo da sua empresa. Já o Up-Selling é uma tática de vendas na qual é sugerido um adicional para o produto ou serviço que está sendo comprado.

Por exemplo:

Up-Selling – Na rede de lanchonetes Subway, o atendente pergunta: o senhor gostaria de adicionar outra fatia de queijo, por apenas R$0,50 a mais?

Cross-Selling - Gostaria de um cookie de chocolate para sobremesa?

O resultado dessas práticas, se bem empregadas, é um aumento significativo nas vendas, no faturamento e também no lucro, já que a maioria dos produtos complementares ou adicionais tem uma margem maior que o produto principal. Inclusive, muitas empresas colocam metas específicas para vendedores sobre este tipo de venda, quando o objetivo é aumentar a lucratividade.

Além disso, o Cross-Selling e o Up-Selling podem gerar um maior índice de fidelização, já que entregam conveniência ao cliente. Um bom exemplo é o que fizeram as locadoras de DVD, ao oferecer no ponto-de-venda produtos como pipoca, sorvete, entre outros. Para determinados tipos de produto, como softwares, é possível oferecer um plano de manutenção por um ano ou um contrato de upgrade a cada nova versão lançada. Para isso, vale promover incentivos, como desconto ou brindes, a fim de tornar a proposta mais atrativa.

A tecnologia também é uma ótima aliada a esta prática – é só ver o caso da Amazon.com. Ao colocar um item no seu carrinho de compras, você recebe a sugestão de diversos produtos relacionados. É simples agregar esse sistema ao site da sua empresa.

Outra prática é a criação de pacotes, como faz a Net ao oferecer telefone, TV a cabo e internet de uma só vez. São inúmeras as possibilidades.

Entretanto, para vender serviços relacionados, é necessário haver benefícios reais para o cliente, além de um bom planejamento. Esses conceitos só funcionam se eles puderem economizar o precioso tempo dos clientes. Quem sabe essas idéias podem se tornar o grande diferencial da sua empresa.

Se você já adota essas práticas, conte pra gente. Deixe seu comentário.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Sebrae oferece mais de 30 cursos gratuitos em BH

Saiba mais, aqui.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

A força da classe C

Muito se falou (e ainda se fala) sobre o aumento do poder de consumo da classe C, mesmo em tempos de economia instável. Há quem diga - eu também me encontro nesse grupo -, que para crescer no varejo é preciso conquistar esse público não só pelo bolso, mas principalmente pelo coração. E para isso não basta ler sobre os hábitos e comportamentos desse público, é preciso ir onde a chamada nova classe média está. É exatamente isso que está fazendo a Coca-Cola. Desde o início deste mês, uma Kombi percorre bairros populares do Recife vendendo Coca-Cola. Por R$ 1,89, o cliente recebe um litro de refrigerante mais o vasilhame. Depois, quando quiser comprar mais, o consumidor leva a garrafa de vidro e paga R$ 1,39 para recebê-la cheia. A idéia é que a Kombi circulasse pela periferia do Recife por quatro horas. Para surpresa de todos, desde o primeiro dia a carga se esgota em duas horas, o que comprova de que falar com esse público vale mais do que a pena. Se até a Coca-Cola está prestes a investir pesado em uma nova estratégia de distribuição, por que não pensar no assunto?

Dica do Papo de Empreendedor

Exemplo...

Exemplo...
Hoje saiu na Folha Online uma notícia sobre uma campanha na Alemanha que tem como objetivo atingir principalmente adolescentes e jovens entre 14 e 21 anos. Essa parcela da população tem preocupado as autoridades do país devido ao seu envolvimento crescente em crimes violentos por decorrência de bebedeiras.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u476998.shtml

Fica o exemplo para o nosso país. Impacto com criatividade!

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Fazer ou não fazer: eis a questão.

Em tempos de instabilidade econômica, uma grande dúvida dos empresários é o que fazer com a propaganda. O dilema é: cortar gastos com comunicação ou intensificar os investimentos? Esta questão tem tirado o sono de muita gente.

Uma matéria publicada na Exame há poucas semanas esclarece bastante a respeito do assunto. Vale tanto para pequenas e micro empresas com também para as grandes e médias.

Para ler, é só clicar aqui.

É a sua vez!


É... não tem mais volta, a internet mudou definitivamente o cenário do marketing e da propaganda mundial.


E isso é muito bom! Principalmente para pequenas e médias empresas que passam a ter a oportunidade de usufruir de um meio de comunicação eficaz, abrangente e sem os altos investimentos da mídia “offline”.


Links patrocinados, banners publicitários, e-mails marketing, blogs, newsletters, meios de comunicação social etc.: eis uma lista enorme de meios digitais para propagação de uma marca.

Entre agora! Quanto mais cedo começar, mais à frente estará!

A empresa que não aplicar recursos para explorar a marca, os serviços e os produtos na internet pode ser “esmagada” pela geração que vai dominar o mercado.

“A chamada Geração Y chegou com força total e seu envolvimento com a internet é quase que prioritário no dia-a-dia. Jovens que não chegaram aos 30 anos representam uma força de milhões de pessoas que, ocupando um espaço completamente multidisciplinar, dão vazão à criatividade digital e passam, inclusive, a supervisionar os “dinossauros” do marketing”. Palavras de Veruska Reina da
Virid Interatividade Digital.
Extravagâncias à parte... O marketing online é simples! Tão simples que crianças de 10 anos constroem seus blogs em 10 minutos.

Na internet não há diferença entre grandes ou pequenos, há sim espaço para boas idéias e inovação. Sua empresa pode participar da era digital sem grandes esforços e investimentos.

Tem que ter dedicação, tem que gostar da máquina, tem que se interessar por entender o perfil do público dos sites interessantes para o négocio, mas isso todo empresário precisa ter por natureza.

Se você tiver dificuldade ou falta de tempo, o mercado está cheio de profissionais “feras” nisso! Cuidado com os “micreiros”, não é porque é internet que não precisa ter estratégia e profissionalismo. Isso já era!

O interessante é que o marketing online traz números, mensurações por meio de aplicações totalmente acessíveis... o que não é tão fácil conseguir na mídia offline. Ou seja, você otimiza o investimento e ainda consegue analisar o retorno com mais agilidade e acertividade.

Ah! Mas nada de achar que a mída offline morreu, nada disso! São mídias complementares.

Fabiana G. A. Calil
Opte Comunicação

sábado, 6 de dezembro de 2008

Dando voz à sua empresa



Iniciando o blog Marketing Descomplicado, tenho uma dica excelente para micro e pequenas empresas conversarem com seus consumidores sem a necessidade de grandes investimentos. Estou falando justamente dos blogs. Neste caso, dos chamados blogs corporativos.

São blogs utilizados pelas empresas para se comunicar com seus clientes atuais e potenciais. É um meio prático e barato para expor seus produtos, serviços e idéias a grupos de pessoas que realmente têm interesse no que a empresa faz. Ele possibilita falar diretamente com seu público-alvo. Um exemplo é o blog da empresa paranaense Decora Brasil, que fala sobre decoração e atraí pessoas de todo o país interessadas no assunto.

Os blogs também permitem a participação dos leitores. É possível ouvir sugestões de visitantes e até mesmo iniciar diálogos. Além disso, é uma maneira rápida e barata de iniciar sua presença na internet, caso sua empresa ainda não possui um site.

Outro uso para os blogs é a comunicação interna. Diversas empresas adotaram a prática para falar com seus funcionários a respeito de projetos e outros assuntos diversos.

Para saber mais sobre o tema, sugiro a leitura do livro Blog Corporativo, do Fábio Cipriani, que traz todas as informações necessárias para você entrar na blogosfera com tudo. Outra dica é conhecer o blog Viaje Numa Boa, gerenciado por mim, na Multitour Viagens.

Se deseja iniciar imediatamente o blog da sua empresa, você pode criá-lo gratuitamente nos links abaixo. Mas lembre-se: sua atuação na internet não dispensa um bom planejamento, principalmente em relação aos temas e a forma como irá tratá-los; Leve sempre em conta, no mínimo, o perfil do público-alvo e as estratégias da empresa.

Blogger - WordPress - UniBlog - UOL Blog

Você pode visitar alguns blogs bem sucedidos de pequenas e micro empresas, aqui.

  ©Template by Dicas Blogger.

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