A força da classe C
Muito se falou (e ainda se fala) sobre o aumento do poder de consumo da classe C, mesmo em tempos de economia instável. Há quem diga - eu também me encontro nesse grupo -, que para crescer no varejo é preciso conquistar esse público não só pelo bolso, mas principalmente pelo coração. E para isso não basta ler sobre os hábitos e comportamentos desse público, é preciso ir onde a chamada nova classe média está. É exatamente isso que está fazendo a Coca-Cola. Desde o início deste mês, uma Kombi percorre bairros populares do Recife vendendo Coca-Cola. Por R$ 1,89, o cliente recebe um litro de refrigerante mais o vasilhame. Depois, quando quiser comprar mais, o consumidor leva a garrafa de vidro e paga R$ 1,39 para recebê-la cheia. A idéia é que a Kombi circulasse pela periferia do Recife por quatro horas. Para surpresa de todos, desde o primeiro dia a carga se esgota em duas horas, o que comprova de que falar com esse público vale mais do que a pena. Se até a Coca-Cola está prestes a investir pesado em uma nova estratégia de distribuição, por que não pensar no assunto?Dica do Papo de Empreendedor
gostei da idéia. estou fazendo algo parecido na minha firma.
ouví dizer que no norte a coca-cola nao tem muita forca de vendas. sera que foi por este motivo que ela pensou em algo?
O projeto de venda porta-a-porta da Coca Cola começou no Recife e visa aproximar-se mais das classes C e D. Provavelmente veio também para suprir tal deficiência no nordeste, de forma direcionada à cultura local. Para mais informações, tem uma matéria interessante sobre o assunto aqui.
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